20200511 – Tônica da Semana: 3 OPINIÕES SOBRE O MERCADO AGORA

A Tônica
Tempo de leitura: 24 min

Bom dia Sras e Srs!

Resolvi fazer uma tônica da semana diferente, uma construção conjunta de 3 caras diferentes mas que comungam de uma mesma paixão, que é mercado financeiro e em especial o universo de investimentos.

Eu, Breno e Eliseu nos juntamos para escrever.

Qual a ideia?

Opiniões diferentes constroem o mercado. O Bugg sempre foi um espaço democrático e esses 2 caras compraram a ideia e trabalham de forma totalmente voluntária simplesmente pela paixão de falar sobre o mercado de ações e transmitir conhecimento. Assim como Eu, eles tem grande parte se não a totalidade do seu patrimônio investido…sua vida está nisso…eles vivem isso dia dia!

Não combinamos o que cada um iria escrever.

A diretriz foi: coloque sua opinião, sustente com um ou 2 gráficos, e não escreva demais para não tornar a tônica em algo muito longo. Simples assim!

Aqui está o resultado:

 

BRENO 

Acho válido começar comentando a minha atual exposição a determinados ativos… Estou 60% comprado em bolsa ainda, em algumas empresas nos quais eu consegui comprar a preços mais atraentes na última queda e algumas que ficaram na minha carteira e eu tenho intenção de continuar com elas mesmo após a queda (algumas até já se recuperaram).

Já no restante da minha carteira (40%), estou com ele como “caixa” mas aplicado de uma maneira que considero mais “inteligente” e por isso resolvi comprar um determinado ativo no qual eu explicarei melhor amanhã em um post dedicado a ele.

O que eu tenho visto…

Muitas pessoas comentando sobre recuperação rápida dos EUA e uma recuperação de “earnings” (ganhos) também. Gostaria de chamar a atenção para outros indicadores que muitas vezes podem passar despercebidos e trazer um outro olhar sobre o cenário…

O gráfico acima mostra a dispersão dos analistas em relação as estimativas de earnings (lucros) das companhias que compõem o S&P500. Esse “spike” (alta agressiva) indica uma grande incerteza por partes deles e não é uma boa notícia isso.

Além disso, a dívida americana nunca foi tão alta em relação ao seu PIB:

Fonte: FRED US

Outro indicador que piorou bastante nos últimos tempos foi a velocidade em que o dinheiro é trocado na economia:

Fonte: FRED US

Esse indicador (gráfico acima) é o PIB dividido pela M2 dos EUA. Para ninguém ficar perdido, a M2 é um indicador de oferta monetária que engloba a M1 (dinheiro, depósitos de cheques e etc) e outros ativos que são “quase dinheiro”. Esses outros ativos, são ativos de extrema liquidez, mas não monetários, são eles: Títulos de Dívida, Depósitos na Poupança, Títulos do Mercado Imobiliário, Depósitos a prazo. Não confundam com a M2 que historicamente só sobe. Esse gráfico aborda a velocidade de transação em que o dinheiro que compõe a M2 mesmo crescendo ano após ano vem caindo também ano após ano. Em outras palavras, o dinheiro cresce numa velocidade muito maior que o da atividade que tem dificuldades em se expandir.

Além disso, as emissões de dívidas corporativas teve um forte crescimento, especialmente em títulos com ratings de “junk bonds” (títulos lixo), o que denota um risco maior no mercado de crédito.

 

Não obstante, muitas dessas empresas de setores como Auto ou do setor de construção, já se encontram com endividamentos altos. A tabela abaixo traz um compilado da relação dívidas totais/EBITDA de empresas com esse ratio acima de 10x (o que é muito alto):

 

Para encerrar essa minha parte, vejo um outro problema na mudança da dinâmica das pessoas. Parece meio consenso, a demanda mudou e não tende a se recuperar ou voltar para patamares de antes, estamos diante de um novo modo de encarar o mundo. O estrago já foi feito, notem o gráfico abaixo:

 

 

Demorou uma década para construir 20 milhões de empregos e que acabaram em apenas 2 semanas… Mesmo após reabertura, acho difícil voltar aos níveis que eram antes (com certeza pode ter uma recuperação e provavelmente vai). Mas o impacto que isso traz para confiança das pessoas para voltarem a consumir é bastante afetado e estamos vendo que mesmo após a reabertura da economia, nada é tão simples…

Fonte: Financial Times

A imagem acima foi retirada do Financial Times e mostra que os varejistas na China estão enfrentando uma “dura verdade”… Mesmo com a reabertura, o número de pessoas circulando em vários locais continua muito baixo, vi depoimentos de restaurantes e alguns hotéis ainda operando com nenhum ou quase nenhum cliente. Eu sei que com o tempo as pessoas esquecem e voltam a consumir mas neste primeiro momento, tudo ainda é muito incerto e a mídia continua bombardeando sobre o vírus a todo momento, sempre nós lembrando que nada foi resolvido e que a cautela ainda tem que existir (e eu concordo que tenha que existir mesmo).

Logo, diante de todo cenário global mais complicado e agora de um cenário interno mais turbulento (não satisfeitos com o cenário global piorando e nem com a pandemia, a gente resolveu ter uma crise política), eu fico de olho cada vez mais e cauteloso de me expor em determinados ativos. Espero de alguma forma ter ajudado com uma outra visão sobre isso tudo!

 

 

ELISEU 

O objetivo do texto aqui não é prever o que pode acontecer, até porque ninguém pode fazer isso, mas sim procurar mostrar o que venho fazendo em meus investimentos e o pensamento que tenho para o cenário atual. Em meus investimentos tenho a maior parte do meu capital nas empresas que fundei, em terrenos e na parte financeira, 90% do capital financeiro nos Clubes de Investimentos da Gestora que fundei, ou seja, totalmente skin in the game. Esses clubes andaram muito bem no passado e nesse ano, como a maioria dos fundos, ele está de maneira similar ao Ibovespa de retorno.

Ingressei com um aumento de 40% do meu capital em março, alocando em ações, penso que o mercado brasileiro descolou-se como um todo, principalmente do mercado americano e os ativos brasileiros que mais subiram foram ativos tech, linkados ao varejo online e recentemente as commodities, principalmente carne, produtos agrícolas e minério, devido a recente recuperação Chinesa, deixando ativos do mercado interno brasileiro muito aquém em termos de retorno. O que penso é que em dólar estamos caindo cerca de 60-70% das máximas como um todo e que vários ativos em dólar estão a preços vistos no ano de 2005. Somado a isso, nossa moeda é a que mais cai no ano e nossa bolsa idem, sendo assim, se não for para investir agora no mercado de ações brasileiro, qual será o melhor momento?

OURO. Sobre o fato do investidor procurar uma proteção em ouro e com o grande incentivo monetário por parte dos bancos centrais, acredito que o ouro já subiu muito, além disso, a maneira que grande parte dos investidores do Brasil utilizam para investimento em ouro é o OZ1D e OZ2D, que já sobe mais de 50% no ano, além disso, há uma quantidade maior de contratos financeiros de ouro, acima do que existe de ouro físico disponível no mundo, ou seja, estamos comprando papéis ou cotações de ouro e não propriamente a moeda.

Gold prices rise 1% on global recession fears

Visando agregar na troca de ideias, irei primeiro fazer uma retrospectiva do que aconteceu, a solução e remédio utilizado e posteriormente minha humilde leitura do que pode ocorrer no médio e longo prazo.

1) Crise do Corona Vírus: crise da natureza como mencionado, onde um vírus trouxe um choque na oferta e na demanda na economia. Não foi uma crise do mercado financeiro em si, mas um efeito da natureza que trouxe mudanças rápidas. Por exemplo, as quedas que ocorrem em março e abril, utilizando os parâmetros de risco de janeiro, somente teriam a probabilidade de ocorrer em 2767 anos, ou seja, algo extremamente raro e único!!!

Fonte: Perseva Asset Management – apresentação

A resposta pelos bancos centrais mundiais foi rápida, usando a impressão de mais dinheiro e incentivos. O balanço do FED, o Banco Central Americano, cresceu cerca de US$ 2,7 trilhões, ou seja, mais de 50% em apenas 2 meses!!! Só para se ter uma ideia, em 2008 com os quantitative easings da época foram cerca de US$ 700 bilhões disponibilizados ao mercado inicialmente e agora temos mais de 4x!!! Com essa imensa quantidade de dinheiro despejada no mercado, grande parte acabou indo para o mercado financeiro e acabou gerando uma valorização dos ativos, incluindo na bolsa de valores. Sendo assim, após uma queda rápida nas bolsas mundiais, tivemos uma recuperação rápida também, influenciando nos múltiplos das empresas americanas, como podemos ver abaixo:

 

Acima podemos notar que o Price-Earnings da bolsa americana forward (prevendo um ano a frente) está em 20,4x lucros anuais, enquanto a média é de 15,4x. E quando você olha a Nasdaq , que é a bolsa onde são negociadas as empresas de tecnologia, essa está inclusive acima do patamar pré-crise. Isso se deve essencialmente ao crescimento de algumas dessas empresas, em especial as FAAMG (Facebook, Apple, Amazon, Microsof, Google “Alphabet”), as quais apresentaram crescimento de receitas mesmo em meio a crise atual – vide gráfico abaixo.

 

Hoje as 5 maiores empresas do S&P500 respondem por 21,38% do índice, valor esse bastante considerável e nos mostra o quanto elas influenciam atualmente o peso do Índice Americano. Com tamanho peso das empresas de tecnologia é natural que elas “puxem” para cima o índice S&P500.

Movimento similar ocorreu no Brasil, onde empresas linkadas ao setor de tecnologia e varejo online (ou que estão focando e transformando seu varejo online) tiveram uma disparada, como o exemplo de B2W, Via Varejo, Magazine Luiza, Carrefour, Lojas Marisa, que tiveram recuperações fortes comparadas com outros setores do Brasil. Como não temos empresas de tecnologia e varejo como os maiores pesos no Ibovespa, nossa recuperação foi mais fraca. Somente recentemente (últimas semanas) vimos uma resposta a reabertura na China com as empresas de commodities respondendo.

 

2) Crise do petróleo: Não bastasse a crise do Corona Vírus, tivemos a crise do Petróleo com Rússia e Arábia Saudita entrando em desacordo colocando em cheque a OPEP. Antes da crise o consumo diário era de 100 milhões diários de barris e tivemos uma queda entre 20 a 30 milhões de barris diários na demanda. Não bastasse a queda na demanda, tivemos ainda um choque na oferta, com a Arábia Saudita vendendo por US$ 6 a menos para o principal cliente Russo, a China, cada barril de Petróleo e aumentando a oferta em cerca de 13 milhões de barris. Como efeito, ocorreu um descasamento entre oferta e demanda e o petróleo saiu de US$ 65 para US$ 30, castigando as empresas do setor. Inclusive chegamos a ver cotação de contratos futuro em negativo!

Penso que esse é um setor que tende a recuperar-se. As empresas brasileiras têm um custo menor que o patamar atual do barril, em US$ 30, além disso, várias empresas de shale já estão saindo do mercado e é uma questão de tempo que muitas outras mais saiam visto que a  cotação do petróleo WTI, que é a indicação usada para o shale, está em patamar muito inferior ao do Brent.

CHINA. Como comentado anteriormente, o Ibovespa tem um peso relevante de commodities logo, temos que ter uma atenção especial com a China, que é uma das maiores compradoras de commodities do mundo. Com o fim do lockdown Chinês e a recuperação de alguns indicadores antecedentes dessa economia, podemos ter uma recuperação mais pujante do índice de ações brasileiro. Abaixo o gráfico da recuperação da atividade da indústria da China.

 

3) Crise política e o Brasil: se não bastassem as outras duas crises, fomos produzir uma terceira crise, a crise política brasileira trazendo insegurança para o investidor. Com mais  esse risco, o que aconteceu foi uma desvalorização maior em nossa moeda, que tem uma cotação menor que a da Suzilândia e que é que mais cai no mundo, como podemos ver abaixo:

Além do mais, tivemos um corte agressivo na Taxa Selic recentemente e isso trouxe mais pressão em nossa moeda. Com a queda que tivemos em nosso juro, maior do que esperado e que surpreendeu o mercado, o dólar ganhou ainda mais força, fazendo que com as ações brasileiras ficassem ainda mais baratas,

 

Resumo do que penso sobre tudo o que ocorreu recentemente:

  • Empresas tech e varejo on line subiram fortemente nos EUA e puxaram o S&P500;
  • No Ibovespa, o ideal é olharmos para a recuperação da China…sem descuidar das empresas do setor bancário que estão com quedas de 40-50% …  acredito que temos uma oportunidade nesse setor;
  • Investimento em ações se faz em momento de crise, em momentos que não temos uma certeza no cenário. Momento atual é de grande incerteza;
  • Maioria dos investidores busca proteção em ouro, porém o metal já subiu mais de 50% no ano; não possui valor intrínseco (não produz nada); e, além disso, a compra via contratos financeiros aumentam a demanda muito além do lastro existente do metal;
  • Em dólar, a bolsa brasileira cai próximo a 70% e o Real é a moeda que mais se desvaloriza no mundo;
  • Em momento de impressão de moeda por grande parte dos bancos centrais, ativos reais tendem a ter maior valor e são proteção contra inflação;
  • Índice de Volatilidade vem caindo, pelo menos momentaneamente…
  • Mercado interno brasileiro tem oportunidades. Ativos negociados abaixo do valor contábil;
  • Elevação no dólar tem o lado bom da melhora dos resultados comerciais como País;
  • Retirado do Livro “Ações para o Longo Prazo”, do Jeremy Siegel, que mostra que entre ações, títulos públicos de longo e curto prazo, ouro e inflação, o que mais rentabilizou em 204 anos foram as ações de ótimas empresas, como podemos ver abaixo:

 

 

WILL  

Esse tem sido um ano difícil…sim…pra todos nós. Estava muito perto, algo como a 5% de atingir uma meta pessoal na minha carteira … atingir um montante importante…veio o corona e dilacerou isso! Então assim como todos vocês tenho que cuidar para que o meu humor com o mercado não afete minha capacidade analítica. Aconteceu…e agora, o que fazemos?

Sou mais pragmático e vou tentar ser breve.  Entendo que houve uma injeção massiva de liquidez no mundo, que gerou certos desarranjos… mas daí a inferir que alguma grave crise virá, ou tentar descobrir o efeito disso no longo prazo me parece um exercício deveras complexo e que temos pouca ou nenhuma capacidade de fazer. Em 2008 se injetou muito dinheiro na economia e muitos pregavam que esse ia ser o centro da próxima crise. Não foi. Acreditavam em inflação…não teve! Acreditavam que não ia gerar crescimento….gerou! Então me abstenho dessa tentativa de prever os próximos anos e foco num mês de cada vez. 

Man Walking on Gray Stairs

 

De fato comecei o mês com uma cabeça mais cautelosa. Penso que o mês de abril corrigiu discrepâncias bizarras que foram criadas em março. Isso não quer dizer que não existam assimetrias gigantes (comentei 2 delas na carteira dessa semana). No entanto, realmente existem muitos incêndios por aí…

Temos o corona que ainda segue escalando e talvez cheguemos no pico quando já estamos querendo reabrir a economia. É uma escolha de Sofia dificílima… não há resultado bom…simples assim

 

A atividade está definhando…Bolsonaro e Guedes falaram isso na semana que passou….atividade na UTI! Abaixo a produção industrial… vendas de veiculos e serviços…

 

 

 

Ok isso é passado… mas todo esse ambiente gerou uma incerteza e falta de confiança muito grande nos agentes acerca de uma recuperação… vide gráficos abaixo do BNP Paribas Asset Management.

 

 

Essa confiança poderia ser restabilizada mais rápido com uma atuação crível e coordenada dos agentes de política econômica…O BC está fazendo o seu…ele não tem muito o que fazer na real, mas baixou juros e vem atuando para atenuar os saltos do câmbio. Ele não determina câmbio, então a “culpa da alta” não é dele. Qestão é que a política esta servindo como mais um agente desestabilizador. Ainda existe muito conflito para que fiquemos tranquilos. Toda semana ouço que o Paulo Guedes está saindo. Isso me incomoda….mas imagino que incomode ainda mais o investidor estrangeiro que acompanha essa bagunça de camarote.

 

Mas como sempre digo não somos uma ilha! Talvez a salvação venha de fora. Por que digo isso?

  • Dados pós reabertura na China tem surpreendido positivamente pela velocidade da retomada – industria, exportacões, vendas de veículos.
  • Os países europeus começam a reabrir (alguém viu a galera dançando em Milão? Não…olha esse link)
  • Estados começam a relativizar suas medidas de distânciamento social aqui nos EUA.
  • Injeção de dinheiro nos mercados não foi pouca e, assim como fez em 2008, pode gerar a retomada da economia.
  • Volatilidade seguiu caindo (gráfico do VIX abaixo) nos ultimos dias e isso vem ajudando os ativos de risco no mundo – bolsas e até moedas emergentes.

 

No Brasil o conflito político atrapalhou e obviamente, a necessária queda dos juros centuou isso, com o nosso “ajuste” se dando no câmbio. Sempre há quem ganhe e quem perca. É muito ruim para o produtor que consome tecnologia de fora, a fábrica que importa máquinas, o nosso consumo e nossa poupança. Mas positivo para quem exporta… ou ainda para empresas que tenham dívidas atreladas ao CDI em queda. Não há mágica….melhor se acostumar. A meu ver câmbio só volta se volta se Brasil conseguir arrumar minimamente a casa e crescer.  Então o ajuste do câmbio nos torna mais competitivo internaconalmente e pode ajudar na geração de superávits e na recuperação de setores importantes como o exportador e a importante parte agrícola. Penso que temos que levar isso em conta.

Disse que ia ser breve….Então se desenha um cenário de menor aversão a risco e elavada liquidez num momento em que a bolsa brasileira em dólares se encontra em mínimas históricas – abaixo o gráfico do EWZ. Com a liquidez abundante e partindo do pressuposto que tudo tem um preço, talvez exista um espaço para acreditar na “salvação” que comentei acima. Tem coisa ainda bastante assimétrica na bolsa brasileira. É isso que tento buscar na minha carteira

 

Mas e se não vier? Sua carteira de investimento tem de estar preparada para aquilo que você não domina… Portanto, uma parcela diversificada internacionalmente é indispensável! Acessar mercados e setores que você não consegue no Brasil….ter investimento dolarizado….isso é o que penso ser o melhor hedge (proteção). Tenha 10%, 20%, 30% pelo menos no exterior!

 

MÚSICA 

Pra acabar lanço uma música com uma tríade de responsa…Bryan Adams, Rod Stewart e Sting! Porque aqui no Bugg fazemos “All for Love”! Que trio!

 

Era isso.
Aquele Abs.

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Linkedin: William Castro Alves

Disclaimer Os relatórios e/ou em qualquer conteúdo de análise e recomendação providos pelo Bugg possuem caráter meramente informativo e tem como objetivo fornecer informações que possam auxiliar o usuário a tomar sua própria decisão de investimento, não devendo ser considerado como uma oferta para compra ou venda de ativos. Os editores responsáveis pela elaboração deste relatório declaram, nos termos da Instrução CVM nº 598/18,que as recomendações do relatório refletem única e exclusivamente as suas opiniões pessoais e foram elaboradasde forma independente. Além disso, os instrumentos financeiros discutidos neste relatório podem não ser adequados para todos os investidores. Este relatório não leva em consideração os objetivos de investimento,a situação financeira ou as necessidades específicas de um determinado investidor. A decisão final em relação aos investimentos deve ser tomada por cada investidor, levando em consideração os vários riscos,tarifas e comissões.

6 comments

  • “Maioria dos investidores busca proteção em ouro, porém o metal já subiu mais de 50% no ano; não possui valor intrínseco (não produz nada); e, além disso, a compra via contratos financeiros aumentam a demanda muito além do lastro existente do metal”

    Acho que há um equívoco sério aí.
    O que há é uma oferta não lastreada, portanto ouro físico está sub avaliado. Operar ouro papel é só uma forma de.pirâmide.
    No Brasil é físico.
    Nenhum BC imprime ouro, que tem que ser encarado como instrumento de preservação de valor e só,.
    No limite, bitcoin também serve ao propósito.

    • Estamos vendo como ele está servindo né? (bitcoin)
      Ouro é momento a meu ver…mta gente apavorada e sem saber o q fazer corre para o ouro…mas é so minha opiniao. abs

      • Vc que faz tanta apologia ao longo prazo, deveria plotar IBOV, SP500 e EWZ em bitcoin.
        Experimente desde o impeachment da Dilma.
        Experimente desde a posse do Bozo.
        Experimente desde a criação do bitcoin.
        Não convém ser ligeiro, pode dar ruim.
        A Bolsa, a longo prazo no Brazil, é saco de pancada…
        Se o caos da dívida acontecer, com 10% em bitcoin vc pode fazer a mala.
        Considere uma opção sem vencimento. É bom!
        Alavanca com pouco capital.

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