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10 comentarios

  • Excelente will! parabéns pelo texto, importantíssimo para auxílio nas tomadas de decisões dos investimentos! abraços

  • Olá Will, bacana… respeito sua posição e otimismo, mas não concordo.

    Pra mim, últimas altas foi apenas um vôo de galinha gorda alegre!
    O fato se avistando, é o pico da pandemia em abril e maio, tanto aqui como nos EUA com previsões sombrias.
    E bolsas irão a nocaute sem dó, sem perdão. O poço não sei e não me arrisco, mas certamente ficará abaixo de 50k por aqui.

    Outro agravante pior ainda, mas factível. E se essa pandemia for uma nova “gripe espanhola” que durou 3 anos hein!
    Novos casos estão surgindo na China…
    Mas chega.
    Abs.

    • Bom dia, Cícero.

      Gostaria de saber de onde veio esse “target”: “abaixo de 50k por aqui”.

      Obrigado e abraços.

      • Olá Lucas,
        os 50k seria apenas um referencial numérico mas não fixo, o principal seria a ideia a linha conceitual de – viés baixista.
        Motivos que analiso e deduzo esta linha:

        – se for uma crise viral mundial prolongada semelhante a terrível gripe espanhola? Veja que a China ainda não se livrou da peste. Já ouvi dizer que o vírus está sofrendo mutações adaptativas!
        – epicentro do vírus indo para EUA como previsto, desestabilizando fortemente as estruturas sociais e econômicas refletindo na bolsa lá e aqui.
        – nossos políticos e dirigentes batendo cabeças como era de se esperar em plena pandemia.
        – Caso os três: Arábia, Rússia, EUA, não cheguem num acordo pra redução de suas produções de petróleo, uma guerra parece iminente no oriente médio visto que a cotação atual, está arrebentando com as já debilitadas economias dos outros integrantes da OPEP, inclusive os três citados.

        Bem, posso estar totalmente equivocado!
        Abs.

  • Retornando aqui agora, deu um tempo de uns dias do mercado e noticias que estavam me impactando mal, mas um bom filho a casa torna.

    Sigo acreditando que quem possa fazer seus aportes agora pensando a longo prazo, pode colher bons frutos. Pelo que sempre leio, são tempos difíceis que trazem as grandes oportunidades.

    Aee Will se arriscando no mundo POP. rs

  • Grande Will!
    Esse cara é fora de série. Simples e direto, numa linguagem acessível.
    Incrível o que aparece de mago que “tem certeza” do que vai acontecer… ‍♂️
    Eu acho prudente ter a carteira diversificada e estar preparado para diferentes cenários, claro respeitando o risco de cada cabeça.
    Nesse mercado doido eu tenho apenas uma certeza: leitura do bugg!
    Obrigado Will!
    Cuida das tuas meninas aí!
    Abs

  • Ninguém, absolutamente ninguém, sabe o que acontecerá com as empresas e com o mundo pós Coronavírus.
    A premissa mais falsa é que empresas não quebrarão pelo suporte dado pelos governos.
    A Boeing certamente não, mas quantas empresas pequenas e médias realmente terão acesso ao papel pintado pelos governos via BCs? Pouquíssimas, pois os bancos apertartarão o crédito. Como ficará o consumo?
    Empresas sem acesso ao crédito é que realmente respondem pela maior parte da renda!
    Toda dinheirama impressa pelos burocratas dos BCs, masters do universo, continuarão a inflar a coluna obrigaçōes dos too big to fail. Esse dinheiro fácil se transformará em bolhas de todos os níveis.
    CEOs continuarão a promover recompras a P/Ls indecentes, com dinheiro dos pagadores de impostos.
    Engraçado falar em longo prazo quando se remunera o CEO pelo resultado de 12 meses.
    De 2008 até agora foram 4.5 trilhões em buybacks nos EUA, a múltiplos indecentes.
    Agora que a casa caiu, mais trilhões em papel pintado, que se transformarão em mais buybacks, gordas remunerações anuais e mais obrigações futuras nós balanços.
    A cada tombo, mais injetam cachaça no bêbedo.
    O que eu sei:
    A Boeing investiu mais de 50 BI em recompras de ações, agora dizem querer 60 bi, mas não querem emitir ações, óbvio.! Pagaram caro, vender barato?
    Buybacks, esse foi o drive a partir de 2008, o resto é estorinha.
    O BOJ já é dono de mais de 30% da bolsa japonesa.
    O FED vai comprar toda a emissão de dívida do tesouro americano e mais de empresas privadas, mesmo junk bonds, ligando a impressora.
    Evitou na marra um colapso de crédito, inclusive de empresas AAA, comprando até ETFs em bolsa e qualquer produto opaco ligado a dívidas que ficaram sem funding.
    Os déficits soberanos e endividamento geral explodirão (mais!) e terão que ser pagos com lágrimas e/ou nflação.
    Se correr tudo bem, as bolhas inflarão e os CEOs somarão mais alguns trilhões em buybacks e bilhões em remuneração. CEOs pensam em longo prazo?
    Se tudo der errado, a pirâmide financeira explodirá e aí ninguém realmente sabe como ficará.
    Em qualquer cenário, qual empresa brasileira, fora alguns bancos e uma ou outra Brahma, vão se inserir no novo mundo?
    Temos uma Microsoft, Apple, Amazon, Google?
    Brasil fabrica, via de regra, commodities primárias e industriais.
    Ninguém está comprando pechinchas a 80.000 de Ibov..
    O resto é reza e auto ilusão.
    O mundo de hoje, em que um Deutsche Bank consegue chegar a ter 50 TRILHÕES em ativos, é muito mais complicado.
    Encurtem os prazos e fiquem muito líquidos.
    A soma de imprevisibilidade(prever vírus?) com endividamento explosivo MUNDIAL e dúvidas sobre a globalização não permite enxergar além do nariz a estes preços.
    Longo prazo não existe mais…

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