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7 comentarios

  • A única coisa que se pode afirmar é que, apesar da impressão de papel pintado, outrora chamado dinheiro, atingiu um valor muito superior a 2008.
    Como após a primeira rodada de mais pinga ao bêbado os BCs não conseguiram não conseguiram retirar o papel pintado do salão, parece razoável acreditar que quando dão all in, monetizando tudo que há pela frente, vai ser praticamente impossível diminuir a coluna obrigações em geral dos balanços públicos, privados e das autoridades monetárias.
    O mais provável, na minha opinião, é que o endividamento geral vai para a linha de frente das preocupações.
    A crise é muito mais séria do que todas que vivemos pela complexidade do sistema financeiro e endividamento geral e natureza original da causa, um vírus em escala global.
    Cash is King, principalmente num país em que a bolsa jamais bateu a taxa de juros de forma consistente.
    Como vão pagar as obrigações que estão criando, sem ter conseguido sequer diminuir a anterior(gerada pela crise de 2008), em condições muito mais favoráveis?

    • Discordo dessas profecias mais dantescas. Ouço o mesmo qdo da recuperação de 2009 e a expansão dos balanços dos BCs naquele momento.
      Mas são visões diferentes ne…obrigado pelo teu comentário e opinião.
      Forte abs

    • Penso que esta conta (dívida) nunca será paga e se for, será com impressão de moeda pura e simplesmente (não por acaso o OURO tem disparado).

      O problema do FED ir comprando tudo o que ver pela frente, é acabarmos num cenário de “japanização”, com estagnação econômica (baixo crescimento) por décadas. O mercado precisa corrigir os excessos, quando isso não acontece as empresas ruins proliferam e as boas acabam sendo “punidas”. De uma forma ou de outra, o mercado corrige, seja com estagnação, seja em um processo agudo (recessão).

  • Will, resumiu exatamente o que penso. Maior receio hoje são as repercussões do petróleo e, futuramente, na economia devido aos estímulos de compra de ativos high yield. Os “bons pagadores”, sempre no fim da fila, estímulos que deseducam pro longo prazo.

    ps: faltou o link do último artigo.

    Abraço

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