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3 comentarios

  • Tu e fera Breno, obrigado relatório excelente e muito bem explicado. Tem carregado ela a um tempinho, foco nos resultados agora rs

  • Excelente! Novidade para mim também, não conhecia a empresa (apesar de conhecer 2 marcas).
    Algo que me preocupa, sobretudo em tempos de COVID-19 e para empresas alavancadas, é o fluxo de caixa. Será que há folga suficiente para atravessar a crise ou pode ser necessário outra chamada de capital?

  • Olá, Breno . Parabéns pelo artigo.

    Acompanho a empresa há um tempinho. E meus principais pontos de preocupação são os seguintes: Crescimento estrutural da distribuição, sem aumento de margem, dado que a companhia já tem uma estrutura bem enxuta neste segmento, e aumento da margem ebitda no varejo.

    1. Crescimento da distribuição.

    Com separação dos negócios de distribuição e varejo, em decorrência do IPO da D1000, acredito que o crescimento da distribuição passa a ter um peso maior na geração de valor para os acionistas da Profarma (PFRM3). Não sou um especialista do setor, mas acredito que o business de distribuição é um elo da cadeia que as grandes redes quase não tem dependência e é indispensável para as pequenas redes.

    Então por mais que “Drogasil” e “Pague Menos” anda sejam clientes da Profarma distribuidora, acredito que a medida que eles forem crescendo a tendência é que eles cortem o middle man por já terem escala para negociar com os laboratórios. lembrando que essas grandes redes de varejo encontram-se em uma situação de liquidez extremamente confortável para financiar o crescimento esperado, e possuem uma operação on-line redonda, algo que a D1000 nem sonha em ter.

    Com isso, o crescimento da distribuição teria de vir em função dos pequenos players, ocorre que é muito difícil saber se eles vão aguenter o ambiente competitivo atual. Com menos acesso a capital será difícil para eles defenderem as margens apresentadas atualmente do ataque das grandes redes, que buscam uma consolidação de mercado, e, apesar de terem diminuido o ritmo, ainda abrem lojas em uma velocidade impressionante.

    2 – Crescimento da Margem Ebitda do Varejo

    A margem bruta deste segmento é muito, muito próximo à margem bruta da RADL e Deemed (essa último não tenho tanta certeza agora), e acredito que isso ocorra em função da integração com a distribuição. Assim como vc também acreditava na integração da distribuição e varejo. Porém a margem Ebitda ainda encontra-se bem atrás. Olhando os números pós IFRS-16 a margem da D1000 é em torno de 6,9 a 7% enquanto da Raia é de 11%. Imagino que isso indique que o varejo ainda não tem escala para diluir despesas fixas operacionais relacionadas a operação. Se for isso mesmo a empresa só irá conseguir aumento de margem com crescimento.

    E aqui ficam as minhas dúvidas sobre o case. A companhia não tem nenhuma presença on-line, e espera crescer a rede tamoio que atende as classes C e D, marca que segundo ela apresenta maiores números de receita/m2. Minhas dúvidas são: Será que esse crescimento virá? E será que o crescimento esperado é suficiente para diminuir o gap de margem com a concorrência?

    Essa chamada de capital infelizmente pode estar indicando que o ROIIC (retorno sobre capital incremental investido) é menor do que o inicialmente imaginado pela companhia, já que para crescer ela vai precisar de mais capital, ou que a escala necessária para a diluição das despesas fixas é maior do que a inicialmente prevista, o que pra mim, mesmo achando que o preço de avaliação dado pra D1000 foi justo, aumenta consideravelmente o risco da tese de investimento.

    Dito isso acho muito difícil do negócio como um todo valor mais 10/ação com as informações de hoje a partir de uns 7 a 8 não vejo margem de segurança que justifica manter a empresa em carteira.

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